sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Poesia

Oh! Poesia, que me encanto

Meu alento

Meu contento


Poesia

Quem diria?

Que um dia

Minhas veias usaria

Como sulco para fluir

Para construir

No mundo concreto

No mundo dos homens

A riqueza do abstrato

A maravilha da inspiração


Uma das sete artes

Para quem da palavra se alimenta

Uma das sete cabeças do monstro

Aos olhos de quem o verbo ignora


Ágora de minhas reflexões

Pão de meu espírito

Alento de meus devaneios

Ágape que transborda

Das profundezas de meu coração

Lírica que acalenta

Meus ouvidos

Meu ser


Não conhecia tu. Oh! Poesia

Te conheci

Teu verbo me conquistou

Apaixonado poeta agora sou

Contraditório dizer

Possessivo não sou

Mas sem você

Me vejo morrer.



Alex Dahlke
Setembro 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Axioma XLIV

"Não tire madeira de um barco para construir outro.

Pelo menos, não enquanto ainda estiver navegando.

Você correrá o risco de vê-los à deriva."

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Axioma XLIII

"Até mesmo as nossas mais nobres ações devem ser refletidas.

Se é melhor semeá-las ou plantá-las no mundo."